Portal online de cirurgia do nariz - rinoplastia

Existem muitos mitos sobre o pós operatório de rinoplastia. Entre eles poderíamos citar: a dor intensa ou o uso obrigatório de tampões nasais. A dor pós operatória é mínima, pouco frequente e sempre bem controlada com analgésicos comuns. 
Embora ainda empregado por muitos cirurgiões de forma rotineira, na minha prática diária, tampões nasais são sempre evitados. Dessa forma o período de recuperação pode ser bem mais tranquilo para o paciente.

 

Seguem abaixo orientações do que se esperar no período pós operatório:

 

  • O inchaço estará presente em todos os casos, especialmente na primeira semana. Por esse motivo, o resultado pós operatório desejado é alcançado na medida que o inchaço diminui;
     
  • O hematoma ou aspecto arroxeado na face: acontece em casos que necessitam de fratura óssea, especialmente na redução das gibas ou da largura dos ossos nasais. Para uma melhor recuperação recomenda-se proteção contra o sol por meio do uso de bloqueadores solares;
     
  • É recomendado evitar esforços físicos nos primeiros sete a dez dias. Após a retirada do curativo, as atividades podem ser retomadas gradativamente. Atividades físicas mais intensas, como a prática de esportes ou academias, devem ser iniciadas após trinta dias. A maioria dos pacientes podem retornar ao trabalho após dez dias, assim que liberados em consulta. 
     
  •  O resultado cirúrgico final é atingido aproximadamente entre seis a doze meses. No entanto, muito antes disso já são visualizadas as melhorias atingidas. Nas consultas de acompanhamento serão realizadas fotografias para registrar a evolução.
     
  • A cirurgia estética deve ser realizada no mesmo ato cirúrgico da cirurgia funcional (ex: desvio de septo, sinusite crônica). Nesses casos, cuidados especiais como lavagem nasal e uso de descongestionantes serão recomendados nos primeiros dias. 
     
  • No caso de algum resultado indesejado consequente da cicatrização e observado no pós operatório (ex: calo ósseo) deverá ser aguardado período mínimo de três a seis meses antes de alguma reabordagem.